“Deus soube fazer jorrar a verdade de meus próprios erros

e apoderou-se de mim pelos meios mais inesperados.

E agora, com a sua graça,

minha fé é íntima, consciente e tão profunda,

que as pessoas ou coisas que me fazem sofrer por ela,

não podem mais perturbá-la.”

Serva de Deus Elisabeth Leseur

(1866-1914)

Em 16 de outubro de 1866, nascia em Paris, Elisabeth Arrighi, jovem de boa condição financeira, bem educada e de boa família católica.

Elisabeth se casou em 31 de julho de 1889, com Félix Leseur, médico, jornalista, hoje diríamos um ativista, agnóstico e anticlerical.

Assim conta Félix: “No momento de nosso casamento, me comprometera a respeitar as crenças de minha mulher e deixá-la praticar em liberdade. Mas logo comecei a suportar impacientemente outras convicções que não eram as minhas negações, e, como a neutralidade religiosa é uma burla nas relações particulares assim como nas instituições publicas, tomei Elisabeth como objeto do meu proselitismo às avessas. Pus-me a atacar a sua crença, esforcei-me para arrancar-lhe e , – que Deus me perdoe!- quase o consegui “.

Sua campanha ardorosa para esta conversão às avessas de sua esposa, a conduziu a certo esfriamento da prática religiosa. Assim ele buscava influenciá-la através de livros, que ele pensava que poderiam “ajudar”. Assim, deu-lhe livros de Renan, “História das origens do Cristianismo”, “A Vida de Jesus”.

Mas estes tiveram o efeito contrário… Sua alma reagiu diante da apostasia… e retornou para Deus, começando para ela uma fase nova: freqüência dos sacramentos,  ascese, oração e de formação.



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