“Eu te constituo herdeira do Meu Coração e de todos os seus tesouros, para o tempo e para a eternidade, permitindo-te usar deles segundo os teus desejos; e prometo-te que só te faltará socorro, quando ao Meu Coração faltar poder”.

ANO JUBILAR DE SANTA MARGARIDA MARIA

Em 13 de maio de 1920, foi canonizada pelo Papa Bento XV, Santa Margarida Maria Alacoque (1647-1690), religiosa da Ordem da Visitação de Santa Maria. Portanto, em 13 de maio de 2020 celebraremos o Centenário de sua Canonização.

Santa Margarida Maria foi escolhida pelo Senhor como Apóstola do Seu Sacratíssimo Coração. Através desta manifestação do Sagrado tiveram sua origem: a) a instituição da festa do Sagrado Coração, na oitava do Corpus Christi; b) a devoção das comunhões reparadoras em nove primeiras sextas-feiras do mês; c) a devoção das Horas Santas, que é estar em oração, unido em espírito à Agonia de Nosso Senhor no Horto, nas noites de quintas-feira.

Para celebrar este Centenário, a Penitenciária Apostólica concedeu aos Mosteiros da Ordem da Visitação especiais Indulgências para este Ano Jubilar, que irá da Festa de Santa Margarida Maria, em 16 de outubro deste ano até 17 de outubro do ano que vem, um Ano Jubilar.

Assim durante este tempo, concede-se Indulgência plenária a todos aqueles que, com as condições habituais, entrarem pelas portas das Capelas dos Mosteiro da Ordem da Visitação.

E também nas seguintes datas:

Na Festa de Santa Margarida Maria Alacoque, 16 de outubro de 2019 e 2020.

Na Solenidade de São Francisco de Sales, em 24 de janeiro de 2020.

No Centenário da Canonização de Santa Margarida Maria, em 13 de maio de 2020.

Na Solenidade da Visitação da Santíssima Virgem, no dia 31 de maio de 2020.

Na Solenidade do Sagrado Coração de Jesus, em 19 de junho de 2020.

Na Solenidade de Santa Joana de Chantal, em 12 de agosto de 2020.

Na Primeira Sexta-feira do Mês.


CONVITE

Todos nós estamos convidados a visitar os Mosteiros da Ordem da Visitação, para receber as Graças deste Ano Jubilar, e lucrar as Indulgências Plenárias. Peregrinemos a estes Mosteiros! Será uma oportunidade única para nos aprofundarmos no amor do Sagrado Coração, para ouvirmos seus Apelos, especialmente na Prática das Nove Primeiras Sextas-feiras do Mês.  Será um tempo oportuno para conhecermos melhor a missão de Santa Margarida Maria Alacoque.


A ORDEM DA VISITAÇÃO

A Ordem da Visitação de Santa Maria foi fundada em 1610, por São Francisco de Sales (1567-1622), Doutor da Igreja e Santa Joana Francisca Frémiot de Chantal (1572-1641).

O Santo Fundador diz que as Filhas da Visitação foram fundadas “para dar a Deus Filhas da oração tão interiores, que sejam achadas dignas de servir sua Majestade infinita e de adorá-la em espírito e verdade. Deixando para as grandes Ordens já estabelecidas na Igreja honrar Nosso Senhor com obras excelentes e virtudes impressionantes, eu quero que as minhas filhas não tenham outro ideal senão aquele de glorificá-lo com o seu abaixamento; que este pequeno instituto da Visitação seja um pobre pombal de inocentes pombas, cuja atenção e função é meditar a lei do Senhor sem se fazer ver nem entender no mundo”.

A Visitação, Ordem escolhida por Nosso Senhor para manifestar à Igreja e ao mundo o seu Sacratíssimo Coração, está presente no Brasil em três estados:

 

1- Em São Paulo – SP:

Mosteiro da Visitação

Rua Dona Inácia Uchoa, 208

Vila Mariana, São Paulo – SP

CEP 04110-020

Tel: (11) 55793948

E-mail: mostvisitacao@terra.com.br


2- Em Barbacena – MG:

Rua Rosina Apolinário, 170

Caixa Postal, 378 Barbacena – MG

CEP: 36204-130

Tel: (032) 3333-3819

E-mail: mostbarbacena@gmail.com 


3- Em Maracajá – SC:

Mosteiro da Visitação:

Rua 122,  Nº. 170

Praça da Igreja Matriz – Maracajá, SC

CEP 88915-000

Tel: (048) 3523-1257

E-mail: visitacaosantacatarina@gmail.com       


O QUE SÃO AS INDULGÊNCIAS?

Para entendermos melhor as Indulgências, nos dirigimos ao Manual de Indulgências, onde lemos: “Indulgência é a remissão, diante de Deus, da pena temporal devida pelos pecados já perdoados quanto à culpa, que o fiel, devidamente disposto e em certas e determinadas condições, alcança por meio da Igreja, a qual, como dispensadora da redenção, distribui e aplica, com autoridade, o tesouro das satisfações de Cristo e dos Santos (N.1)”[1].

 A INDULGÊNCIA PLENÁRIA

A Indulgência pode ser parcial ou plenária, pois “liberta, em parte ou no todo, da pena temporal devida pelos pecados (N.2)”. ”Qualquer fiel pode lucrar indulgências parciais ou plenárias para si mesmo ou aplicá-las aos defuntos como sufrágio(N.4)”, mas não “a favor de outras pessoas vivas (N.5)”

“Para que alguém seja capaz de lucrar indulgências, deve ser batizado, não estar excomungado e encontrar-se em estado de graça, pelo menos no fim das obras prescritas (N.20, §1)”.

“A indulgência plenária só se pode ganhar uma vez ao dia (N.21, §1)”, e a parcial “pode ganhar-se mais vezes ao dia, se expressamente não se determinar o contrário (N.21,§3).”

COMO LUCRAR AS INDULGÊNCIAS PLENÁRIAS?

As Condições (N.23) para lucrar uma indulgência plenária são:

  1. repulsa de todo o afeto a qualquer pecado até venial (N.23,§1)
  2. execução da obra enriquecida da indulgência (N.23,§1)
  3. a confissão sacramental (N.23,§1).
  4. a comunhão eucarística (N.23,§1).
  5. oração nas intenções do Sumo Pontífice (N.23, §1). Esta condição se cumpre “ao se recitar nessas intenções um Pai-nosso e uma Ave-Maria, mas podem os fiéis acrescentar outras orações conforme sua piedade e devoção (N.23,§5)”.

Observe-se porém que “com uma só confissão podem ganhar-se várias indulgências, mas com uma só comunhão e uma só oração alcança-se uma só indulgência plenária” (N.23,§2). Recordamos que o mesmo Manual nos diz que “convém, contudo, que tal comunhão e tal oração se pratiquem no próprio dia da obra prescrita (N.23,§ 3)”, isto é, da obra enriquecida de indulgência.

 


[1] A numeração se refere ao Manual de Indulgências.