“O Amor é o segredo da santidade,
o segredo que facilita todas as dificuldades,
o segredo de toda a perfeição”

Venerável Irmã Maria Santina de Jesus Scribano

Em 12 de maio de 1968, consumava o oferecimento de sua vida, a Venerável Irmã Maria Santina de Jesus Scribano (1917 –1968), das Irmãs do Sagrado Coração de Ragusa. Serviu a Jesus nos doentes em diversos hospitais até que a enfermidade lhe restringiu a uma cadeira de rodas.

Irmã Santina foi Mensageira de Jesus Sacerdote Misericórdia Infinita. Após sua morte, foram fundados em Siracusa, o Santuário, a Obra Sacerdotal, e das Irmãs Auxiliares.

Através de seus escritos, especialmente de seu Diário espiritual, conhecemos as grandes graças unitivas que recebeu de Deus, sua grande intimidade com o Coração de Jesus, que a chamava de “miséria minha”.

Uma alma pequena, uma vida escondida, cheia de sacrifícios e sofrimentos, que viveu plenamente sua vocação de “mãe dos sacerdotes”.

Trazemos algumas passagens deste precioso Diário para dar a conhecer sua Mensagem e sua Missão.


É a hora das almas pequenas

“… Esta noite, mais uma vez te repito aquilo que tantas vezes te pedi: “o doce Refúgio onde vou repousar meu Coração, a minha Betânia, a fonte perene da minha consolação“.

E para os meus sacerdotes, o que quero te dizer esta noite?

Repousai docemente no meu Coração, escutarás suas palpitações: a minha Obra Sacerdotal.

A Obra do meu excessivo Amor.

Bem-aventurados os sacerdotes que corresponderem generosamente; quais fontes de graças e consolações estão reservadas para eles; serão possuídos pelo meu Amor e converterão almas sem número… (…)

– É a hora das almas pequenas, quero usar da minha Misericórdia, quero a qualquer custo salvar o mundo, quero consumar as almas com o fogo do meu Coração. Sim, quero possuir inteiramente as almas a Mim consagradas, e especialmente os meus Sacerdotes, “Sal da terra e Luz do mundo“.

Os quero possuir, transformar, divinizar, os quero encerrar para sempre no meu Coração.

Miséria minha, se pudésseis compreender o quanto amo os meus Sacerdotes! Se os sacerdotes forem santos, as almas se santificarão.

Reza, sofre pelos Sacerdotes, pela minha Obra, pelos interesses da minha Glória”. (14 de outubro de 1950)



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