da Beata Conchita Cabrera de Armida, inspiradora das Obras da Cruz.

“Como Eu sou infinitamente bom, também sou infinitamente justo, e sei recompensar o que se faça por meus sacerdotes como se a Mim mesmo se fizesse; e mais que aos pobres, porque os pobres só levam minha imagem e os sacerdotes são outros Eu mesmo. E poderá deixar sem recompensa meu Pai aquilo que ao seu Filho amado se faz? Seria desconhecer seu Coração de Pai.

Já em vida deveriam ser servidos como a Mim mesmo; mas também deveriam representar em suas virtudes e na pureza e santidade de sua vida aquilo que Eu sou.

Meu Coração agradece aquilo que por meus sacerdotes se faz na terra, em seus corpos e em suas almas, no material e no espiritual, e o recompenso com munificência e especiais graças.

Mas o que se faz pelos sacerdotes defuntos é mais serviço para eles e para Mim; para suas almas, libertando-as, diminuindo seu purgatório; e para Mim, dando-me a alegria das alegrias, pondo em fim em meus braços – depois de tantos sofrimentos e dores – essas almas transformadas em Mim, para com elas obsequiar meu Pai com o que mais ama, com seu próprio Filho Sacerdote, onde todos os sacerdotes salvos se fundem na divina unidade.

Levem em conta que esta graça que hoje ofereço é muito grande, a de aumentar a glória de meus sacerdotes e das almas por cada sacerdote que salvem. Ninguém pode estimar o que é no Céu um grau mais de glória, que quer dizer como um degrau mais próximo da Divindade, um aumento de fulgor divino, de conhecimento íntimo dos mistérios da Trindade; mais fogo, mais luz, mais união, mais compenetração com o Verbo feito carne, mais transfigurar-se a alma no celestial, no imortal, mais submergir-se nas inefáveis e imperecíveis felicidades que durarão eternamente”

(Capítulo 127, do livro “A mis sacerdotes” , da Beata Conchita Cabrera de Armida

Rezemos, portanto, pelos sacerdotes defuntos.

Dai-lhes, Senhor, o descanso eterno e a luz perpétua os ilumine. Descansem em paz!