“Eu quero que minha vida em ti seja um cântico de louvor à glória de meu Pai. Eu quero que desde agora tu cantes comigo o cântico eterno de meu sagrado Coração glorioso. Deixa-me irradiar em ti o amor e a alegria da eternidade”.


Em 4 de setembro de 1929 encontrava seu Divino Esposo a Beata Maria Santa Cecília de Roma, no século Dina Bélanger, da Congregação de Jesus-Maria.

Esta grande mística canadense, pianista, nos deixou um grande tesouro em sua Autobiografia. O Padre François-Marie Léthel, O.C.D., na Apresentação da Nova Edição da Autobiografia de Dina Bélanger, assim nos fala:

A Autobiografia da Dina Bélanger (em religião Maria Santa Cecília de Roma) é uma das mais puras joias da literatura espiritual do século XX. Inicialmente, o que sugere sua leitura é a fascinante beleza do Mistério de Jesus e também da santidade cristã que é a mais profunda comunhão com este Mistério. Aquele que lê e relê este texto escrito por uma santa, que foi também uma artista, volta sempre a uma fundamental impressão: como é belo! É o tesouro ou a pérola preciosa de que fala Jesus no Evangelho“.

Para fazê-la mais conhecida, apresentamos uma seleção de textos de seus escritos:

Minha única felicidade

Alegria (08 de junho de 1925)

Consolar o Coração Agonizante (11 de novembro de 1926)

As almas consagradas (18 de novembro de 1926)

Coração Eucarístico (14 de abril de 1927)

Eu os amos tanto! (23 de abril de 1927)

Meus sacerdotes (23 de abril de 1927)

O demônio teme (23 de Abril de 1927)

Meus Apóstolos (08 de abril de 1927)

Sorrir a tudo (16 de maio de 1928)

Foco da alegria (13 de setembro de 1928)

Oração (Julho de 1929)