Da Autobiografia da Beata Dina Belánger (1897 – 1929)

“Quinta-feira Santa. Ontem à noite, para meditação desta manhã, Nosso Senhor me deu como tema: ‘O amor e a ternura de seu Coração Eucarístico’.

Pouco depois, ele me disse:

Meu Coração Eucarístico ama muito fazer confidências às almas; é como uma necessidade para Ele. Mas Ele encontra poucas almas puras que O compreendam. Para receber minhas confidências íntimas é preciso uma alma bem pura, uma alma que se aplica constantemente a pensar e a agir puramente por Mim. Eu gostaria muito de almas bem puras”.

(14 de abril de 1927).