Dos escritos da Beata Conchita Cabrera de Armida, inspiradora das Obras da Cruz


“O mundo fugia da Cruz porque não a tomava mais que pelo lado da dor ou da repugnância. Por isso hoje se apresenta a Cruz do Apostolado, isto é, a Cruz com meu Coração, para indicar que a Cruz não está nunca sozinha, mas leva sempre pregado nela, de uma maneira inseparável o Coração de um Deus, sua misericórdia, o seu amor”.

“Meu Coração sobre a Cruz atrairá as almas ao sofrimento por meio do amor. A dor é um tesouro escondido, o qual já é tempo de revelar ao mundo enganado e submerso na sensualidade”.

“Minha Cruz sozinha espanta e faz tremer, mas meu Coração pregado nela, atrairá suavissimamente as almas, as enamorando da dor”.

“Quero indicar ao mundo que a Cruz nunca está sozinha e que é inseparável do Coração de um Deus homem”.

“A Cruz rompeu o dique ou a fortaleza que o pecado tinha interposto entre o Espírito Santo e as almas; e por ela se derramou no mundo espiritual seus Dons e seus Frutos; de modo que os frutos da Cruz, são os frutos do Espírito Santo”.

“Esta Cruz do Apostolado é o edifício da perfeição, aí estão os mistérios todos… os dons e os frutos do Espírito Santo e o Caminho que representa Jesus, está no seu Coração Divino sobre a Cruz”.

“Esta Obra é para todo o mundo. Essa graça é um impulso imenso de minha Bondade em favor do mundo… a dor não é apreciada pelo mundo, mas detestado, mas a Cruz por meio do meu Divino Coração, vem fazê-la amável e dá-la a conhecer, e a salvar as almas”.


 (Cf. Juan Gutiérrez, MSps. Respuesta a la invasión de Dios. Concepción Cabrera de Armida. vol 1).